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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Talheres sustentáveis



Talheres feitos a partir de pedaços de garrafas plásticas. Esse é o projeto batizado de "Found", de autoria do designer Oscar Diaz, radicado em Londres. Os talheres, cortados de formas já bem conhecidas de garrafas PET, são revestidos por uma camada de cobre depois recebem um acabamento metálico.

Segundo o designer, a forma artesanal com que os talheres são feitos, torna única cada peça produzida. Os modelos variam de acordo com os diferentes formatos das garrafas disponíveis nos supermercados. Além disso, elas são produzidas em pequenos lotes, sem a necessidade de moldes, pois cada talher é cortado manualmente.

O projeto é um protótipo e foi exposto na exposição Airmail, realizada de 28 de maio a 29 de junho em Glasgow, Escócia.

Fonte: Design-Milk

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

"Semelhante a um belo chifre"

Dá-se como certo que o primeiro plástico da história foi o celulóide, criado em 1868 por John Wesley Hyatt. Mas há notícia de uma receita para a produção de um material similar com mais de 400 anos. Foi elaborada por volta de 1570, quando o mercador suíço Bartholomäus Schobinger se encontrou com o monge beneditino bávaro Wolfgang Seidel na casa de um nobre alemão. O religioso, que era também editor de textos científicos, falou de um alquimista cujos escritos publicara, entre eles um sobre “o segredo para criar um material transparente semelhante a um belo chifre”. A receita mandava cozinhar um queijo de cabra durante um dia inteiro. Depois de resfriado, retirava-se o líqüido leitoso que ficava flutuando, aproveitando-se apenas o resíduo pastoso no fundo da vasilha. Schobinger e o monge aperfeiçoaram a receita. Na nova fórmula, adicionava-se água, cozinhava-se novamente e agitava-se até separar a água e a pasta. Com essa substância viscosa e “transparente como chifre” – caseína – moldavam-se, a quente, talheres, medalhões e outros objetos. Além da incipiente transparência, assemelhava ao vidro em outro aspecto: se caísse ao chão, despedaçava-se.



Nota publicada originalmente na seção Almanaque da EmbalagemMarca Nº 64.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Pomba da guerra

A história do sabonete Dove começou na Segunda Guerra, quando sua fórmula foi desenvolvida para limpar os ferimentos dos soldados americanos. Dove foi lançado comercialmente nos Estados Unidos em 1957. A marca chegou ao Brasil em 1992. A pomba (dove, em inglês) é utilizada como ícone da marca desde o início.

Veja abaixo dois dos primeiros comerciais da Dove veiculados nos Estados Unidos no ano em que a empresa começou a vender os produtos.





Nota originalmente publicada em EmbalagemMarca 122 - Outubro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Mina terrestre no ketchup

Em 89 países, ainda é rotineiro que pessoas sejam mutiladas ou mortas por pisar em minas terrestres. A agência australina Publicis Mojo usou uma forma criativa e impactante de alertar esse problema: Utilizando um sachê de ketchup. O sachê é ilustrado com uma foto das pernas de uma criança. Ao rasgar o sachê, tem-se a impressão que um dos pés é mutilado, tal como ocorre ao se pisar numa mina terrestre. O próprio ketchup faz o papel de sangue.


Fonte: TheDieline

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Um mundo sem embalagens - Parte 2

Dando continuidade ao post anterior, este outro vídeo da Elipso mostra, também com muito humor, como seria o cotidiano de uma pessoa sem embalagens para produtos de higiene pessoal e cosméticos.

Um mundo sem embalagens - Parte 1

Você já parou para pensar como seria o mundo se não houvesse nenhum tipo de embalagem? A Elipso, organização francesa dos fabricantes de embalagens plásticas flexíveis já. Neste primeiro vídeo, ela mostra como seria a vida se não existissem embalagens para os alimentos. Uma simples tarefa como ir ao mercado poderia ser um transtorno...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

A ratoeira também é a embalagem

Quem tem o hábito (ou necessidade) de usar ratoeiras, enfrenta um sério problema de higiene: ter que tirar o rato morto da armadilha. O projeto da estudante de design canadense Sarah Déry promete acabar com esse tipo de problema. A ratoeira é uma caixinha em forma de caixão, com o slogan "Oh My God! Mouse Trap" (Oh meu Deus! Ratoeira). Após o roedor ser pego, basta jogar a caixa fora.

A autora do trabalho fez questão de enfatizar que nenhum animal foi ferido durante o projeto.




Fonte: Lovely Package